Em uma certa manhã, enquanto saía para respirar eu avistei a mais bela donzela, que sempre caminhava pelas cadeias montanhosas. Ofereci minha mão. Ela apoiou-se em meu braço, então eu sabia que em muito breve, ela iria me fazer mal.1

Vossa vontade será feita, aqui nessa estrada. Em cada casa, em cada campo, eu rezo. Eu me submeto humildemente à vossa vontade, mas os estranhos que encontro podem satisfazer minhas necessidades. A desgraça tão logo eu vim. 2

Eu caio no sono em um quarto sujo no Hotel Montana. Rebaixado em teu nome. El Matador de Louisiana. Eu vejo os olhos do touro e o seu sangue preenche o meu corpo. Eu ouço Vossa voz. “Você não está familiarizado com seu próprio coração.” Sinto-me incapaz de rezar, meus lábios estão congelados. Por dentro, meu sangue corre quente2. E a lâmina corta a escuridão.
Eu me sinto ferido. Uma voz em uma casa vazia. Donzela Branca, eu respiro o seu hálito. Você vem de outro lugar em meu peito3. E essas lembraças suas são um alívio. O seu cheiro trazido pelo vento desloca a cortina. E eu estou à deriva, a sua conversa ainda presa em meus lábios.
Pássaro Branco3, o blush vem facilmente em seu rosto. Seu fogo queima para mim vermelho como a Graça Divina4. E esses pensamentos de você são os sonhos que eu perdi. Com o seu toque, eu ouço. Eu ouço o sim. Eu posso cuidar de você. Fale comigo4.

Fale comigo. Uma folha seca, que tremula no ramo. Que importância tem que o vento a lance para baixo com sua mão cruel. E nos lembramos sempre que o Vosso Reino virá, quem quer que sejamos2.
Donzela Branca, deixe-me, imploro com minha voz1. “Mas eu não quero,” ela me diz. “Você não tem escolha.” Eu lhe digo. “Eu imploro, senhor.” Ela suplicou pelos cantos de sua boca, “Eu vou secretamente aceitar você. E juntos voaremos para o sul1.”
E então, um homem da vila veio correndo através do campo. Gritando para aquela menina encantadora me soltar. Enquanto ela afastava-se, ele aproximou-se e disse: “ Sinto muito, senhor. Sinto muito pelo que ela lhe causou”’1. Eu tento rete-la, enquanto ela aperta o meu braço cada vez com menos força, afastando-se.
Como uma folha seca, que tremula no ramo, eu desperto em um quarto sujo no Hotel Montana. Rebaixado em teu nome. El Matador de Louisiana. Eu ouço Vossa voz. “Você não está familiarizado com seu próprio coração2.” Sinto-me incapaz de rezar, meus lábios fervem. Por dentro, meu sangue corre congelado. Donzela Branca, fale comigo.
Referências
Músicas e Letras de Woven Hand
Imagens de Richard Armitage como Guy Of Gisborne e Lucy Griffiths como Marian, Robin Hood, Série TV, BBC.
1. As I Went Out One Morning – Bob Dylan
2. Blue Pail Fever – Woven Hand
3. White Bird – Woven Hand
4. Story And Pictur – Woven Hand


I wouldn’t want to part from him either! ♥
(I was unable to comment on the English-language posting.)
Thanks Bcc,
There are parts of him that I see myself,
not those in which he chases children or elderly and kills people! : 0)
[...] terminar o texto, Donzela Branca, uma tristeza me invadiu a alma. “Não, Guy, essa não é a história que queremos contar.“ [...]